Psicologia Investigativa- Parte 1

A psicologia investigativa busca melhorar nossa compreensão do comportamento criminoso e do processo investigativo. Surgiu em resposta a abordagens experimentais associadas a perfil de agressores e ao desejo de formar um método empírico alternativo de apoio às investigações policiais (Canter, 2000). Desde o início, uma psicologia investigativa distingue outras formas de criação de perfil, baseando-se na exploração sistemática de como criminosos e investigadores se comportando durante suas ofensas e investigações. Essa abordagem empírica levou os pesquisadores a usar novos dados sobre o comportamento dos infratores (por exemplo, arquivos de casos de arquivos) e a desenvolver novas maneiras de analisar esses dados do "mundo real". Também exige desenvolvimentos teóricos, como uma alteração das condições necessárias para permitir inferências precisas a partir de instantâneos de comportamento do sensor. Esse contexto histórico e como contribuições conceituais únicas da psicologia investigativa são discutidas nas duas primeiras seções deste capítulo. A terceira seção deste capítulo expande essas bases discutindo quatro áreas importantes da pesquisa em psicologia investigativa. É ilegal contratar um Detetive Particular? A primeira área, sem dúvida, mais um sinônimo de psicologia investigativa, diz respeito à diferenciação dos infratores com base no seu comportamento ofensivo e na associação dessas distinções às características do ofensor. Revisamos a metodologia exclusiva usada pelos pesquisadores para analisar o comportamento ofensivo e as tendências comportamentais comuns que surgiram em diferentes tipos de crime. A segunda área diz respeito à psicologia social de grupos criminosos e ao processo de liderança dentro desses grupos. Este trabalho contribuiu para a nossa compreensão dos processos que compõem e inibem o crime de quadrilha e, com base na técnica sociológica da análise de redes sociais.